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chickenshit:

In Japan, there are 3 ways to say “I love you”:

You say “Daisuki (大好き) for the friends and person you like,

you say “Aishiteru (愛してる)”  for a more serious relationship,

and you say “Koishiteru恋してる) to the person you want to spend the rest of your life with.

And they follow this rule. They preserve the meaning of ‘I love you’ and never lose its essence unlike us.

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Sou ciumenta com coisas bobas, impulsiva pelo menos uma vez por dia, leio bula de remédio e depois acho que tenho aquele bando de sintomas, meu dedão do pé não é bonito, quero tudo do meu jeito e minha cabeça é muito, muito dura. Não sou uma musa, uma diva, uma entidade, uma mestra. Sou uma pessoa. E de vez em quando sou uma pessoa péssima. Péssima mesmo. De vez em quando morro de vergonha de mim. E se eu fosse você morreria de vergonha de mim também. Amo muito, tudo é muito, tudo é exagero, tudo é demais. Inclusive as dúvidas e as dores.
Clarissa Corrêa. (via blindar)

Eu não gosto disso. Não gosto mesmo. Depois de tantos anos você ainda consegue me fazer sentir os mesmo arrepios, as mesmas vibrações causadas até mesmo por um simples sms com palavras bonitas, por sentir seu perfume, ou por lembrar de quando nos beijamos. Eu não gosto. Odeio me sentir impotente, não saber o que fazer ou como reagir. O pior de tudo é que eu estava bem, não que eu não esteja agora, mas antes eu estava diferente, um diferente que eu entendia e que agora, graças ao seu retorno eu já não compreendo mais.

 E se um dia você descobrisse que toda a sua vida não passou de uma alusão a morte? Você continuaria nela? Por ela ser assim tão bela ou por já ter se iludido a ponto de desistir? O que caracteriza você? Mesmo nessa vida ainda existe esperança? Quem cita as regras? Quais são as regras? E principalmente quais são as respostas? Você as tem? Porquê ainda vives como se fostes o centro? Ainda não se tocou que não passas de nada? Mas o que seria do tudo sem o nada? Ele existiria? Quem escolhe o seu caminho? Tem certeza que este é o certo? Falando em certo, o que seria errado? Adultos criam as regras, eles mascaram os fatos, eles são a verdade, segui-los é uma escolha, rebelar-se é uma vontade, mas poucos demonstram tê-la. Reflita e viva, mesmo estando morto.